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domingo, 14 de agosto de 2011

A Santa Missa II

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A SANTA MISSA

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P R E F Á C I O

No transcurso dos primeiros séculos do Cristianismo era a Santa Missa a fonte de

forças para os fiéis, quer a celebrassem os Sacerdotes no silêncio e nas trevas das

catacumbas, quer nas imponentes Basílicas da antiguidade. Os tempos atuais, em

que novas místicas abalam os alicerces da sociedade humana, encontramse

ainda uma vez em face do problema de fazer valer e triunfar as forças do

Cristianismo. Foi o imortal Papa Pio X quem, em breves e luminosas palavras,

traçou um programa visando solucionar o magno problema: “Restaurar tudo em

Jesus Cristo.”Todo esse programa girava em torno de um só ponto:

A Sagrada Eucaristia: Sacrifício e Sacramento

Simples era a palavra que devia servir de norma: “Os fieis não devem rezar

durante a missa e sim rezar a Missa.”. O Santo Sacrifício da Missa só será bem

compreendido podendo produzir os seus melhores e mais abundantes frutos

para os fiéis, quando entre estes e o Celebrante existir uma união muito íntima,

de modo a permitir entre os mesmos e a Igreja, cujo representante é o Sacerdote,

a mais perfeita harmonia de pensamentos e preces.

No Santo Sacrifício, mias do que em qualquer outra manifestação de nosso culto

a Deus, tem uma plena realização a palavra de Santo Agostinho: “Colimus Deum

precando, colit nos Deus miserando.” Rendemos culto a Deus, rezando, e Deus

cuida de nós, comunicandonos os tesouros de sua misericórdia. Nossas relações

para com Deus são expressas pela Oração e pelo Sacrifício; as relações de Deus

para conosco são o exercício de sua misericórdia infinita, instruindonos e

comunicandose a nós. E onde melhor se realizará esse intercâmbio espiritual do

que no Santo Sacrifício da Missa? Nele falamos a Deus e Ele nos fala: nele nos

oferecemos a Deus em união com o divino Medianeiro, que é Jesus Cristo, e Ele se

une às nossa almas, no Sacramento do amor.

I N T R O D U Ç Ã O

Nas seguintes reflexões, daremos aos que fazem uso deste Missal, noções

precisas e indispensáveis sobre os elementos do culto católico que dizem

respeito ao centro desse culto, o Santo Sacrifício da Missa.

Embora breves, desejaríamos no entanto, fossem lidas e relidas de tempo a

tempo, para melhor compreensão do Missal e portanto do Santo Sacrifício e

assim tornarse mais proveitosa a participação ativa dos fiéis.

CAPÍTULO I

A AÇÃO SAGRADA

O Santo Sacrifício da Missa, em sua essência e em sua manifestação exterior, não

é uma Doutrina, nem é apenas uma oração. É, sim, uma verdadeira Ação. “Fazei

isto em memória de mim.”Com esta recomendação, confiou o Senhor a seus

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Apóstolos a realização da Ação que Ele mesmo havia feito na última Ceia. E a

Santa Igreja, herdeira legítima do testamento do Senhor, continua a agir do

mesmo modo através dos séculos, realizandose assim a Ação por excelência da

humanidade: a Ação Sagrada.

1. Figuras e profecias

Render culto a Deus é obrigação de toda a criatura racional. No estado de

inocência em que foi criado, o homem cumpriu este dever, porque fazia parte de

sua felicidade. A vida era um continuado serviço de Deus. A vontade do homem

não conhecia outro lema, senão este: “Façase a vossa vontade.”

A graça santificante uniu o homem a Deus em uma santa aliança de amor. Paz e

prosperidade eram os frutos dessa união que seria apenas o começo de uma

união definitiva na eternidade.

O primeiro pecado destruiu aquela feliz e harmoniosa união e o homem

aprendeu a conhecer o bem e o mal. Perdida a graça santificante, partiuse o laço

de amor; a morte e o sofrimento entraram na vida do homem. Cerraramse para

ele as portas do céu. Permaneceu, no entanto, a consciência de um dever: o de

render culto ao Senhor. A mesma voz interior ainda lhe falava da obrigação de

satisfazer pela culpa cometida. Tão universal era essa voz que não houve tempo,

remoto que fosse, ou região por demais longínqua, em que se não prestasse um

culto e se não oferecesse um sacrifício a Deus.

Um povo, o escolhido do Senhor, em meio de trovões e relâmpagos, no monte

Sinai, ouviu da boca do Deus três vezes Santo: “Eu sou o Senhor, teu Deus.”Eram

estas palavras a base da Aliança de Deus com o seu povo. Delas se originaram os

10 Mandamentos da Lei, como também todas as prescrições que regulavam o

culto público a ser prestado ao Sumo Senhor, pela criatura dotada de

inteligência.

Minuciosas eram as prescrições, e numerosas. Cioso de sua honra, Deus exigiu

zelo e atenção daquele que deviam, prestando culto, proclamar a glória do

Altíssimo e testemunhar a sua própria submissão.

Consistia esse culto em caniços e hinos, como na oblação dos frutos da terra e no

sacrifício de animais puros. Representaram eles o homem com todas as suas

intenções. Teriam porém conseguido o seu fim, que era: honrar dignamente a

Deus, satisfazer pela culpa e levar o homem a sua última perfeição?

O Concílio de Trento responde:

Na antiga aliança, devido à insuficiência do sacerdócio levítico, não se chegou à

perfeição. Era preciso, segunda a determinação de Deus, Pai de misericórdia, que

surgisse, conforme o rito de Melquisedec, outro Sacerdote, Nosso Senhor Jesus

Cristo, que fosse capaz de consumar, isto é, de conduzir à perfeição todos aqueles

que deviam ser santificados..

Uma vez que somente, o Filho de Deus oferecerseia,

Ele próprio a Deus, seu Pai,

sobre o altar da Cruz, numa oblação em que a morte haveria de intervir, a fim de

operar a nossa redenção.”

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Mais uma vez ressoou a voz do Altíssimo. Dessa vez fala pela voz do profeta

Malaquias: “Meu afeto não está em vós, nem continuarei a aceitar oferenda

alguma de vossa mão. Porque desde o oriente até o poente, o meu Nome é grande

entre as nações e em todo o lugar se sacrifica e se oferece uma oblação pura ao

meu Nome; porque o meu Nome é grande entre as nações, assim diz o Senhor dos

exércitos”. Solenemente estava anunciado um novo Sacrifício, uma nova Ação

Sagrada.

2. O Sacrifício do Calvário

A Majestade de Deus, ofendida pelos homens, deles se compadeceu, Deus mesmo

se fez Homem, uniu a sua Divindade à nossa humanidade, e assim o fez para

poder tornarse o Medianeiro entre o criador e a criatura. Sendo DeusHomem

tomou sobre seus ombros os pecados dos homens e prestou uma satisfação

digna e agradável ao Altíssimo. O sumo sacerdote do Antigo Testamento, uma

vez apenas, no dia da reconciliação, entrava no Santo dos Santos e aspergia a

arca com o sangue de bodes e touros, em expiação dos pecados do povo. Jesus

Cristo, porém, é o Eterno e Sumo Sacerdote do Novo Testamento. Chegando a

este mundo exclama: “Sacrifícios e holocaustos não Vos agradam, Então eu disse:

Eis que venho para fazer a vossa vontade, ó Deus! (Hebr. 10, 57). Para reparar a

desobediência do homem, fezse obediente até a morte e morte de Cruz.

No grande dia da reconciliação da humanidade, a Sextafeira Santa, entrou no

Santo dos Santos não feito por mãos de homens, isto é, entrou no Céu. Não veio

no sangue dos animais, mas em seu próprio Sangue que derramou no altar da

Cruz. E este Sangue é mais forte do que o dos animais, pois purifica os homens de

seus pecados e subindo da terra para o Céu, pede e alcança o perdão. A morte de

Jesus não é somente satisfação, é igualmente o mais alto e mais perfeito louvor

do Altíssimo, porque Jesus estava unido a Deus. Fazendo[se homem, nos fez seus

irmãos e filhos de seu Pai. Tornounos participantes da natureza e da santidade

de Deus, restituindonos a graça santificante.

3. A Santa Missa

Assim como o Novo Testamento é superior ao Antigo, também o Novo Sacrifício,

o novo culto. É mais valioso que o antigo. “Para alcançar a redenção eterna,

ofereceuse Jesus Cristo uma vez no alar da Cruz”. Este seu Sacerdócio, porém,

não devia terminar com a sua morte. Por isso, ofereceu na véspera de sua Paixão,

o seu Corpo e o seu Sangue, na última Ceia, sob as espécies de pão e vinho,

deixando assim um Sacrifício que continuaria o da Cruz, guardando a sua

lembrança até o fim do mundo e comunicando os seus salutares frutos para

remissão de nossos pecados. (Con. Tridentino, Sess. XVII c.1.)

No Sacrifício da Missa, Jesus é, pois, a Vitima, como o foi na Cruz: e da mesma

forma Ele é o Sacerdote que se imola, por intermédio do Sacerdote visível, seu

legítimo representante. É sempre Jesus Cristo quem sacrifica. É Ele quem na

consagração pronuncia as palavras pela boca de seu ministro: isto é o meu

Corpo. Este é o meu Sangue. E os seus sentimentos são os mesmos que Ele teve

na renovação ou melhor, representação do Sacrifício da Cruz; este, imolação

cruenta, aquele, Sacrifício incruento, única diferença existente entre ambos.

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Nisto se resume toda a significação e dignidade da Santa Missa: ela é o mesmo

sacrifício como o do Calvário, igualmente santa e agradável a Deus. Por ela

prestamos honra e suprema adoração a Deus, infinita Ação de graças e satisfação

superabundante. Também par anos os frutos são os do Sacrifício no Calvário: a

satisfação pelas nossas culpas e as graças que o Cristo nos mereceu na Cruz.

4. O Sacrifício da Igreja

O Sacerdote não é apenas o ministro de Jesus Cristo: é também o representante

dos Fiéis, como o Sacrifício de Jesus Cristo é também de Sua Igreja. Na Santa

Missa ela possui o seu maior tesouro, a mais perfeita Ação de seu culto. Pela

Santa Missa, a Igreja, Sacerdotisa da humanidade e de toda a criação, canta em

Jesus Cristo, com Ele e por Ele, o mais perfeito hino de louvor. Por ela, pode

oferecer ao Deus Onipotente a manifestação infinita de seu amor e gratidão,

numa superabundante reparação pela culpa e pelo pecado. Não pode portanto o

Cristão fazer coisa melhor do que tomar parte ativa e concelebrar com o

Sacerdote este augusto Sacrifício, numa união perfeita, íntima e verdadeiramente

espiritual.

5. A participação dos Fieis na Santa Missa

Qual seria a razão por que o Salvador quis continuar o seu Sacrifício do Calvário

na santa Missa? Outra não é senão esta: para que todos nós pudéssemos

participar neste mesmo Sacrifício. No Cristo e com o Cristo devemos sacrificarnos.

Como no Antigo Testamento as vitimas representavam aquele que as

oferecia, assim também deve o nosso Sacrifício representar a nós mesmos.

Apresentandonos, pois, ao pé do Altar., não é somente para rezar ou meditar a

Paixão do Salvador ou algum outro Mistério de sua vida, e sim para nos unirmos

à Vitima divina, e sendo possível, tomarmos Parte no Banquete sacrifical. Assim

toda a Comunidade religiosa se une em um só Sacrifício e participa de um só

Banquete. Esta união santa fará o nosso Sacrifício agradável a Deus; aumentará a

sua glória e nos comunicará a abundancia de sua benção. E esta benção é que nos

elevará à maior perfeição e santidade, comunicandonos fervor sempre crescente

para trabalharmos na vinha do Senhor, e unindonos como irmãos e filhos do

mesmo Pai que está nos céus.

6. A celebração da Santa Missa

Com grande zelo e guiada pelo Espírito Santo de Deus, cuidou a Santa Igreja em

que os Santos Mistérios fossem tratados com o máximo respeito. Nosso Senhor

Jesus Cristo na última Ceia, consagrando o pão e o vinho, transubstanciandoos

em seu Corpo e Sangue e dandoos a seus discípulos, constituiu os Apóstolos

executores do testamento do Altíssimo. E, o que é essencial ainda hoje, ordenou

aos sucessores dos mesmos continuassem a “fazer aquela Ação”com respeitosa

alegria. Unidos, assim o fizeram, relembrando a última Ceia, cantando hinos e

caniços e enviando as suas preces ao Céu.

No perpassar dos tempos, de um lado, para acudir às necessidades dos homens, e

de outro, para não deixar a Ação sagrada à mercê das inspirações de cada um, a

Santa Igreja fixou as orações e cerimônias da Missa, ficando todavia a parte

essencial como a instituíra e executara Nossa Senhor.

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Querendo, pois, unirnos à Santa Igreja e ao Sacerdote, mister é sabermos o que

ele faz, conhecermos as diferentes partes da Santa Missa e assim o

acompanharmos em seus verdadeiros sentimentos.

A mesma, em sua essência, desde os primeiros tempos até hoje, consta, a Missa,

de duas partes bem distintas:

A AnteMissa

– ou a Missa dos Catecúmenos1 em que falamos a Deus e Ele fala,

por Jesus Cristo.

O Sacrifício propriamente dito, em que nós nos oferecemos a Deus por Jesus

Cristo e por Este, Deus se oferece a nós. Estudemos mais detalhadamente estas

partes.

A. A AnteMissa

Missa

dos Catecúmenos

a) Nós falamos a Deus por Jesus Cristo

Ao Pé do Altar, reconhecendo diante de Deus a nossa indignidade, pedimosLhe

humidilmente o perdão de nossas faltas e fraquezas.

No Intróito – cântico de entrada que ordinariamente nos dá um pensamento da

festa ou do Mistério que celebramos.

No Kyrie em que fazemos três súplicas a cada uma das Pessoas da SS. Trindade.

No Gloria – louvamos, agradecemos e adoramus a Deus.

Na Oração – pedimos ao Senhor aquielo de que presamos neste dia para a nossa

salvação.

b) Deus nos fala por Jesus Cristo

Na Epístola ou Leitura – algumas vezes pela voz de seus Profetas, mas em feral

pelas palavras de seis Apóstolos, em nome de Jesus Crsto.

No Gradual, Versículo e Aleluia – que são cânticos que estabelecem uma ligação

entre a primeira e a leitura seguinte.

No Evangelho – é Jesus Cristo mesmo quem exprta, instrui e nos revela o seu

exemplo, algum fato ou milagre de sua vida. O mesmo que outrora viveu

“naquele tempo” vem hoje continuar na Santa Missa a sua missão de Salvador.

Na Explicação do Evangelho ou Homilia – mais uma vez nos fala o Senhor por

intermédio de seu ministro, o Sacerdote. Ouçamos com viva fé a explicação de

sua obra doutrina.

No Credo – rezandoo nos dias determinados, concluímos a AnteMissa (ou Missa

dos Catecúmenos) com essa profissão de fé.

1 A Missa dos Catecúmenos é assim chamada porque, sendo formada pela parte penitencial e de

instrução, era assistida também pelas pessoas que se preparavam para o batismo (os

catecúmenos). Estes deviam deixar a igreja após o Credo. Os Santos Mistérios só podiam ser

assistidos pelos batizados. Já não se tem este costume, mas o nome permanece.

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Assim assistida, a AnteMissa se torna uma ótima preparação para o Sacrifício

propriamente dito. Dispõe, pouco a pouco, a nossa alma para ele, e nos comunica

profundo conhecimento e alta compreensão do Mistério do Cristo.

B. O Sacrifício Propriamente dito

a) Nós nos oferecemos a Deus por Jesus Cristo

No Ofertório – Enquanto o coro canta este versículo, o Sacerdote prepara a

matéria do Sacrificio, oferece o pão e o vinho e pede a Deus que aceite e abençoe

essas oferendas. Preparam também os fiéis os seus corações e as suas dádivas.

Antigamente faziase neste momento uma procissão em que todos os

circunstantes depositavam no altar as suas oferendas para o sustento do culto,

dos ministros e para a consagração, o pão e o vinho, que os fiéis recebiam

novamente na santa Comunhão, constituem ainda símbolos de nosso trabalho e

de nossos sofremntos.

Na Consagração (desde a Secreta até o Pater Noster) – Depois de preparadas

as oferendas, o Sacerdote se dispõe a executar o mandamento do Salvador:

“Fazei isto em memória de mim”, em meu Nome. Ao redor desta Ação Sagrada e

antes da Consagração, vêm os Anjos do céu, a Santa Igreja militante e triunfante;

e depois da Consagração, a Igreja padecente, os fiéis que a ela assistem e

finalmente toda a criação.

Reverentes, todos assistem, unindose no Sanctus, Sanctus, Sanctus aos coros

angélicos. Somente o Sacerdote, escolhido por singular privilégio da misericórdia

divina, pode consagrar, isto é, transubstanciar o pão e o vinho no Corpo e no

Sangue de Jesus Cristo. Imitando a Jesus, por palavras e gestos, opera o mais

estupendo dos milagres: Cristo, o Cordeiro imaculado, apresentase sobre o

Altar, separado sob as espécies, misticamente imolado. Aquilo que as espécies

significam e encobrem, é agora uma realidade. A morte que Jesus Cristo sofreu

em expiação de nossos pecados é representada de modo real e maravilhoso;

renovase assim, de modo incruento e místico, o Sacrifício do Calvário. Unam,

portanto, os Fiéis, membros do Corpo místico do Cristo, o sacrifício de sua vida à

imolação do Filho de Deus. Pregados à Cruz do Salvador, são uma hóstia santa,

viva, agradável a Deus. Por Ele, com Ele e n’Ele, os fiéis dão à SS Trindade toda

honra e glória e preparamse para o encontro com Deus.

b) Deus se oferece a nós por Jesus Cristo

Na Comunhão – Toda a obra da Redenção acaba de se renovar no Sacrifício

eucarístico. Deus, como outrora o pai do filho pródigo, vai celebrar agora com

sues filhos reunidos e arrependidos o Banquete de reconciliação. Da terra subiu

par ao céu o culto de adoração, de louvor, de ação de graças, de súplicas e de

satisfação. Deus, lá no alto, ouviu a voz do Filho que Lhe é tão agradável. E de seu

trono envia a plenitude de suas bênçãos e graças: o seu próprio Filho. A mesmo

Vítima do Sacrifício serve ainda de alimento aos homens e os une a Deus, unidoos

ao mesmo tempo entre si. A Eucaristia é assim o Sacramento de União que

entretém e fortifica a mais perfeita unidade do Corpo místico do Cristo. Animado

com novas forças e enriquecido com a graça do céu, o Cristão volta à vida

cotidiana, cujas labuta e trabalhos são para ele uma continuação do Sacrifício e

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uma participação dos trabalhos do Senhor, mas ao mesmo tempo uma constante

Ação de graças à bondade e à misericórdia de Deus.

D. BEDA KECKEISEN, O.S.B.

Bahia, 30 de outubro de 1949

MISSAL QUOTIDIANO

Completo/Em Latim e Português

Com o Próprio do Brasil

Edição A

Editado e Impresso nas Oficinas Tipográficas do

Mosteiro de São Bento – Bahia

Nona Edição

1949

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