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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

EPÍSTOLA AOS FILADÉLFOS

Por: Carlos Martins Nabeto

Inácio era bispo de Antioquia, na Síria. No ano 107 dC, durante a perseguição de Trajano, foi preso e enviado para Roma. Nas paradas que eram feitas para descanso, aproveitava para escrever às igrejas que o tinham recebido ou mandado alguma visita. Foi martirizado em Roma, segundo o testemunho de Eusébio. Esta carta, assim como as outras seis reconhecidas, nos chegou em duas versões: uma curta (mais próxima ao original, segundo os pesquisadores) e outra um pouco mais longa. Chamamos especial atenção para o seguinte: quem segue cismáticos não encontrará salvação (v. 3); há apenas uma só Eucaristia verdadeira (v. 4); a Igreja mantém sua unidade ao redor de seu legítimo bispo (vv. 7 e 8); a existência conprovada de Igrejas particulares (dioceses), unidas e não completamente independentes entre si, formando a Igreja Universal (v. 10); observe-se também, no mesmo versículo, a estrutura da Igreja, que permanece a atual: bispos, presbíteros e diáconos.

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